22 Abril 2008

Casa nova



Este blog chegou ao fim.
Mas não chegou ao fim o "projecto" de comparação Vouzela XX - Vouzela XXI (falo em séculos, claro).

A partir de agora, tenho a honra de pertencer à excelente equipa do Pastel de Vouzela. O Pastel dispensa qualquer tipo de apresentação e como todos os que acompanham tal blog têm constatado, está a tornar-se num completíssimo documento sobre Vouzela relativamente à sua actualidade e à sua história.

Alguns destes postais serão provavelmente repetidos por lá, outros novos serão divulgados.

Obrigado a todos os que me visitaram, espero que o continuem a fazer.

Até já.

15 Abril 2008

Vouzela - Rua Direita

Postal da mesma colecção que um do post anterior, da mesma data, da mesma rua, cuja foto foi provavelmente tirada pelo mesmo fotógrafo.
E a Rua Morais Carvalho, aqui, chama-se "Rua Direita".
Alguma explicação?


1910's


UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto

08 Abril 2008

Vouzela - R. Morais Carvalho

Agosto 2007


Foto: © Carlos Pereira


1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


1910's


UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto


01 Abril 2008

Vouzela - Chafariz do Monte

1960's

Colecção Passaporte "LOTY"



Fevereiro 2008

Fotos: © Carlos Pereira

23 Março 2008

Vouzela - Ermida do Castelo


1920's


Edição de Dias & Rocha - Vouzela

21 Março 2008

Vouzela - Vistas da Ponte


1985


Edição: Câmara Municipal de Vouzela
Gráfica Ideal - Águeda
N.º 2 - Vista Parcial da Vila - Viaduto do Caminho de Ferro


1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela

17 Março 2008

Vouzela - Compagnie Française pour la Construction et L'Exploitation des Chemins de Fer à l'Étranger


Sociedade anónima francesa, constituída em 1 de Março de 1906, para uma duração de 99 anos.

Objecto: Construção e exploração de todo o tipo de caminhos de ferro, nomeadamente os de via estreita do Valle do Vouga, em Portugal, de um comprimento de 170 km, devendo ligar Vizeu à linha do Porto a Lisboa, que faz parte da rede da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portuguezes. A duração da concessão é de 99 anos, a contar a partir de 25 de Abril de 1905. Porém, o governo português poderá usar o seu direito de recompra 15 anos após a conclusão da linha. Em contrapartida, garante um complemento de juro líquido anual necessário para assegurar 5% do capital de 20 contos de reis (110.000 francos) por quilómetro construído, sem que o pagamento efectivo ultrapasse os 600.000 reis, (3.300 francos) por quilómetro; esta garantia foi especialmente indexada pela Companhia ao pagamento de juros e amortização das obrigações. Quando o produto líquido ultrapassar 5% do capital garantido, metade será para o Estado até ao completo pagamento dos adiantamentos.

Por julgamento de 26 de Dezembro de 1910 do Tribunal de Comércio do Sena, a Sociedade foi posta em liquidação judicial; nos termos do acordo homologado em 20 de Abril de 1911, os credores da sociedade perdoaram 40% dos seus créditos; os restantes 60% são pagáveis em 60 anuidades de 1% sem juros; todavia, até Abril de 1913, os credores têm a faculdade de trocar os seus títulos ou créditos contra obrigações de juro variável.
Sede Social: Paris, Rua de Londres, 21
Capital Social: 4 milhões de francos, divididos em 8000 acções de 500 francos.


Empréstimo por obrigações

I. Obrigações Norte de Portugal: 35.000 obrigações privilegiadas de 500 francos 4%, emitidas em 1911. Estes títulos, reembolsáveis antes de 1987 por tiragem à sorte ou por recompras em bolsa, têm um rendimento anual de 20 francos, pagáveis por cupões semestrais no dia 1 de Junho e 1 de Dezembro.

II. Obrigações de juro variável: 32.000 obrigações de 500 francos 4% de juro variável, emitidas em 1911, reembolsável em qualquer altura, seja por tiragem à sorte ou recompra em bolsa, com um rendimento anual máximo de 20 francos, pagáveis de acordo com o estipulado no contrato.

Nota: As ditas obrigações são destinadas, nomeadamente, à troca das obrigações 4% Valle do Vouga que cessaram de ser negociáveis na bolsa de Paris.


1 de Junho de 1911

Tipo I - Obrigação Privilegiada

Os cupões desta obrigação (n.º 08,076) foram pagos no dia 1 de Junho de 1929. Possui ainda um carimbo (em francês) com a seguinte inscrição (traduzida):
Nova denominação
COMPANHIA PORTUGUEZA
PARA A CONSTRUÇÃO E EXPLORAÇÃO
DO CAMINHO DE FERRO
Decisão da Assembleia Geral Extraordinária
de 6 de Julho de 1923
Capital: 720.000 escudos
Sede Social: Rua Augusta, 235 - Lisboa




15 de Julho de 1911

Tipo II - Obrigação ordinária de juro variável

Esta obrigação (n.º 15,196) está intacta. Não foi paga e tem ainda os 40 cupões.




(procuro outros documentos ou informações relativos a esta companhia francesa)

14 Março 2008

Vouzela - Linha Vale do Vouga

Agora que ele vai mesmo voltar, num outro formato, claro!, e num outro local, snif! snif!, vejamos como foi da última vez.

Historiaremos agora, em breves palavras, a consecução do projecto do Vale do Vouga.

Logo que lançada a linha da Beira Alta, outro estudo passou a estar na ordem do dia para servir toda a região do Vouga e possibilitar o comércio com as Beiras. Desse estudo foi encarregado o engenheiro Mendes Guerreiro, que preconizava a construção de uma linha que partisse de Estarreja e fosse entroncar na de Santa Comba Dão a Viseu, por alturas de Torre Deita. Foi esse estudo incluído no Plano de 1877 com a classificação de Linha do Vale do Vouga desde Estarreja, Albergaria-a-Velha, Vouzela e S. Pedro do Sul, ficando por classificar o restante percurso, objecto de novos estudos. Posteriormente, em 7 de Fevereiro de 1879, de novo foi incluído em Plano, mas partindo de Aveiro para Estarreja, passando por Sever do Vouga, Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul, na extensão de 60 km.

Estavam em franca actividade as minas de chumbo do Braçal, Malhada e Coval da Mó, e as minas de cobre do Palhal e Telhadela. Além de que o prolongamento da linha até Viseu encurtaria distâncias entre esta cidade e o Porto. Eram razões fortes para fundamentar a proposta da inclusão do estudo em Plano.

A primeira concessão foi dada por alvará de 11 de Julho de 1889 a Frederico Pereira Palha para a sua construção e exploração, por um prazo de 99 anos, mas que ficou logo condenada ao malogro, uma vez que a sua directriz foi estabelecida a partir de Espinho até Vouzela e daqui a Torre Deita.

Em 1895 novos estudos foram apresentados, baseados no critério de 1879, cujo custo ascendia a 2500 contos. Para diminuir o percurso entre Porto e Viseu a linha partia de Espinho, fazendo-se um ramal de Sever do Vouga a Aveiro. Vários foram os incidentes surgidos depois, que determinaram a supressão do referido ramal (...) até que em 30 de Outubro de 1903 foi o projecto aprovado definitivamente de acordo com o actual traçado, sem contudo aparecer quem pusesse em marcha o empreendimento, uma vez que o Governo não oferecia garantias.

Em 1906 constituiu-se a Compagnie Française pour la Construction et l’Exploitation des Chemins de Fer à l'Étranger, com sede em Paris, e por decreto de 17 de Março do mesmo ano faz-se a transferência da concessão de Francisco Pereira Palha para a referida Companhia. Em 5 de Fevereiro do ano seguinte é feito o contrato definitivo do empreendimento entre ela e o Estado, e a obra contratada com o engenheiro francês François Mercier que lhe dá início ainda no final desse mesmo ano.

Em 21 de Dezembro de 1908 abriu-se à exploração o troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis, com 33 kms., inaugurado em 23 de Novembro com a presença do rei D. Manuel II; a 1 de Abril do ano seguinte o de UI a Albergaria-a-Velha; a 8 de Setembro de 1911 os de Albergaria-a-Velha a Sernada e daqui a Aveiro.

Faltava concluir o prolongamento até Viseu. Como o terreno era muito acidentado a ligação foi morosa, com acabamentos mais rápidos onde as soluções o permitiam de imediato, enquanto pequenos troços eram abertos à exploração. Assim, a 5 de Maio de 1913 iniciou-se o tráfego de Sernada à Foz do Rio Mau, ao km 4; do km 4 ao km 18, até Ribeiradio, passando por Pessegueiro, Paradela e Cedrim, e Bodiosa e Viseu, respectivamente a 4 e 5 de Setembro de 1913; em 30 de Novembro do mesmo ano o de Arcozelo das Maias a Vouzela e, finalmente, em 5 de Fevereiro de 1914 o das Termas de S. Pedro do Sul a Moçâmedes. Estava terminada a grande odisseia desta via férrea.

Por outro lado a Companhia Francesa transformou-se numa companhia nacional e em 1 de Abril de 1924 os estatutos da nova empresa são publicados, a qual passou a denominar-se Companhia Portuguesa para a Construção e Exploração de Caminhos de Ferro.


Fernando Soares Ramos - In: "AVEIRO E O SEU DISTRITO", 1976





Diário do Governo, de 24 de Dezembro de 1906, n.º 291, página 4394, 3ª coluna.


Em 25 de Abril de 1905 foi celebrado um contrato provisório e respectivos subsídios com a Compagnie Française pour la Construction et l’Exploitation des Chemins de Fer à l'Étranger, e respectiva exploração por 99 anos. No entanto essa sociedade anónima francesa ainda não existia de facto, dado que os estatudos foram registados no notário de Paris no dia 20 de Fevereiro de 1906 e o início oficial de sociedade é o dia 1 de Março de 1906. O contrato de concessão (por 99 anos) como o governo português teve no entanto início em 25 de Abril de 1905.


11 Março 2008

Vouzela - Vistas (sul)

1910's


UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto

06 Março 2008

Vouzela - Linha Vale do Vouga

1960's

Fojo - Vouzela - 23-02-1969


Colecção de 24 postais relativos à Linha do Vale do Vouga, sem indicação do editor. Apenas indicam o local e data da foto. Este postal é o único (dos 24) relativo a Vouzela.

04 Março 2008

Vouzela - Vistas (poente)


1910's

UNION POSTALLE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto

29 Fevereiro 2008

Vouzela - Jornadas


Batem as doze horas no relógio da estação e o comboiozinho do Vale do Vouga põe-se em marcha.
Mal reconheço Abravezes na garridice dos seus prédios novos, com telha de Marselha, tão diferente do que era há vinte anos.
O comboio tem a marcha lenta e ainda bem, porque assim pode ver-se tudo muito à vontade, à direita e à esquerda, o que fica longe e o que fica perto, com detalhes de observação que as grandes velocidades não permitem. Quem tiver boa perna deve fazer uma viagem na plataforma da carruagem, q
ue a navette de janela para janela, além de ser muito incómoda, não deixa que a paisagem se fixe bem na retina.
Se disserem ao leitor que o comboio incomoda, que nele se enjoa como a bordo de uma barcaça desmastreada, com que as ondas brincam, se lhes disserem isto, não acredite.
O desnível, considerando os pontos térmicos da linha, é de aproximadamente seiscentos metros, e basta lançar os olhos para um mapa da região para se ver que o comboio não poderia ir de Viseu a Sarnadas, na margem do Vouga, sem dar muitas voltas e reviravoltas, aqui e além tão apertadas, que milagre parece vencê-las sem descarrilar a traquitana.
Qual enjoo, nem qual carapuça!
Os que desejam fazer este passeio, devem preferir o comboio ao automóvel porquanto a linha, ficando num plano muito superior à estrada, deixa ver mais largos horizontes.

A serra da Gralheira constitui o fundo das inúmeras pequenas telas que se vão observando à direita.
S. Pedro do Sul, de afamadas águas, sorri-nos lá debaixo, no fundo de um vale, que o rio atravessa, quase seco, e Vouzela parece que nos convida a ficar ali, interrompendo a viagem.

BRITO CAMACHO, Jornadas


Fotos de Maurício Abreu, publicadas no livro "COMBOIOS PORTUGUESES - Um guia sentimental", Círculos de Leitores, 1988

27 Fevereiro 2008

Vouzela - Fábrica de Massas / Matadouro

Postal já publicado aqui, mas agora com uma foto actual do local, gentilmente enviada pelo Trinta e Três do Pastel de Vouzela.





Fevereiro 2008


Foto: © Trinta e Três, Pastel de Vouzela

26 Fevereiro 2008

Vouzela - Igreja Matriz - Cachorros


Fotos dos "cachorros" da fachada norte da Igreja Matriz. Os originais da fachada sul terão sido destruídos quando foram acrescentadas duas salas à Igreja. Todos os "cachorros" presentes na fachada sul são recentes e foram acrescentados aquando da remodelação da Igreja dos anos 1940's (a sua forma é genérica igual ao 4º aqui publicado - supostamente também uma substituição).



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Fotos: © Carlos Pereira

24 Fevereiro 2008

Vouzela - Saudades

Hoje estive em Vouzela. Coisa rara, pois não acontece todos os meses. Encontrei um grande amigo dos tempos de escola, que já não via seguramente há 20 anos. Foi um prazer. Foi um imenso prazer. Foi também com prazer que o ouvi falar de Vouzela, do quanto gosta da terra, do quanto gosta das particularidades da terra e da imensa atenção que dedica à terra e às pessoas da terra.

Estive ainda a milímetros de dar um abraço a um dos outros meus grandes amigos da mesma época, mas o crescimento da família (parabéns!) obrigam a trabalhos triplicados :-)
Pelo menos falámos ao telefone. Mas a Páscoa está aí... e espero que esse período sirva para pôr a conversa em dia e comer um pastel de Vouzela.

É nestas alturas que me lembro do quão são importantes os nossos amigos e do pouco tempo que por vezes dedicamos a essa amizade. 20 anos? Será possível? Há tempo que é necessário recuperar com urgência.

Este "post", além do imenso prazer que me está a dar escrevê-lo, é também um obrigado, pois fiquei a saber que são dois "leitores" atentos do que vou para aqui publicando.

Para vocês, um grande grande abraço.

23 Fevereiro 2008

Vouzela - Estação

Pode até estar tudo muito limpinho e arranjadinho, pode até a obra ter sido elogiada pelo professor José Hermano Saraiva, pode até ser motivo de inveja de vizinhos nossos que têm as suas "estações" ao abandono, mas... não há nada que chegue ao cheirinho que tinham as vigas por baixo dos carris, não há nada que chegue ao barulho da automotora, não há nada que chegue a tantas recordações que esta estação traz a tanta gente. Se calhar estou a ficar velho...


1970's

Edição ANTEIXEIRA



Agosto 2007


Foto: © Carlos Pereira



E que dizer da serração e das suas pilhas de tábuas a secar...
E do lagar do azeite?
Já não é "se calhar", estou definitivamente a ficar velho.


Fevereiro 2008



Este é o único postal da estação que tenho na minha colecção. Ninguém terá por aí nenhum no fundo de uma gaveta? Agradeço um "scan" de postais anteriores a este, que sei que existem. Já que estou em maré de pedir, alguém tem um exemplar dos bilhetes de cartão que eram vendidos na estação?

19 Fevereiro 2008

Vouzela - Pelourinho e Escola Conde de Ferreira

Era aqui que ele estava...

1910's


UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto



1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela

15 Fevereiro 2008

Vouzela - Igreja Matriz

Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira


1985

Edição: Câmara Municipal de Vouzela
Gráfica Ideal - Águeda
N.º 1 - Igreja Matriz - Século XIII



1980's

Lifer - Porto
Ediciones FISA - Piqué, 4 - Barcelona - Impreso en España
N.º 517 Vouzela (Portugal) - Igreja Matriz



Centro de Caridade "Nossa Senhora do Perpétuo Socorro" - Porto
Printed in Spain
N.º 598 Vouzela- Portugal - Igreja Matriz e Pelourinho




1970's

Edição ANTEIXEIRA
Igreja Matriz - Vouzela - Portugal



1960's

Edição de Dias & Irmão - Vouzela
LITO OF. ARTISTAS REUNIDOS - PORTO
N.º 4 VOUZELA Portugal - Igreja Matriz (Monumento Nacional Século XIII)


Edição de Dias & Irmão - Vouzela
LITO OF. ARTISTAS REUNIDOS - PORTO
N.º 5 VOUZELA Portugal - Igreja Matriz - Virgem e o menino (Século XVII)



Forrania



Colecção Passaporte "LOTY"
(Postal circulado de Vouzela para Lisboa em 10 JUL 1965)




1940's


Foto publicada no Boletim 56 da DGEMN de 1949

12 Fevereiro 2008

Vouzela - Egreja Matriz e Largo da Feira

1910's


UNION POSTALE UNIVERSELLE
"Edição da Ourivesaria Souto"


Era assim a nossa igreja nos anos 10 do século passado e antes da intervenção a que foi sujeita nos anos 30-40. Todas essas intervenções, foram sem dúvida para a sua preservação. No entanto, a propaganda reflectida no Boletim n.º 56 da DGEMN a que tenho feito referência, e a linguagem aí utilizada, enquadram-se perfeitamente na vontade de "decoração" do património (como diz Zé Bonito no Postal de Vouzela (falando na generalidade) - grande parte das intervenções então feitas nos monumentos nacionais, obedeceram a critérios que não os do rigor histórico).

O desenho da Igreja aí publicado coincide com a planta "antes da intervenção", mas ambos não coincidem com a foto da igreja também abaixo publicada no postal Vouzela - Igreja Matriz - I.

Não me parece que o fotógrafo já usasse o photoshop (não?) só para vinte e tal anos mais tarde contradizer os desenhos de uns senhores que iam publicar um boletim com as intervenções efectuadas.

08 Fevereiro 2008

Vouzela - Igreja Matriz - Fotos obras




Algumas fotos publicadas no boletim 56 da DREMN - Junho 1949


05 Fevereiro 2008

Vouzela - Igreja Matriz - Obras


Discriminação dos Trabalhos (1)





I - Demolição das contruções que encobriam quase toda a fachada sul, e, lateralmente, a "Capela dos Almeidas".

II - Demolição dos muros que, ligados aos cunhais da capela-mor, afrontavam todo o corpo abdisal da Igreja, obra que permitiu, como era necessário, o alargamento do adro.

III - Regularização de todo o adro, assim ampliado, e construção de escadas de acesso à Igreja e à sacristia.

IV - Construção de um passeio de granito tosco, à volta da Igreja.

V - Demolição do coro, e do guarda-vento, ambos modernos e sem nenhum valor artístico que aconselhasse a sua conservação.

VI - Apeamento do arco triunfal, também de construção moderna, e sua reconstituição, na forma devida.


VII - Apeamento e reconstrução da "Capela dos Almeidas", incluindo a respectiva abóbada nervada.

VIII - Conclusão da cachorrada de granito, na mesma Capela, de acordo com os elementos existentes.

IX - Reconstrução da empena da fachada principal.

X - Apeamento e reconstrução total dos telhados, com nova armação e cobertura apropriada.

XI - Picagem de todos os rebocos interiores e exteriores, completada com a recomposição geral das paredes.

XII - Levantamento de todo o moderno pavimento de madeira da Igreja.

XIII - Construção de um novo pavimento, composto de lajes de granito, em toda a superfície da nave e da capela-mor.


XIV - Construção e assentamento de novas portas, de madeira de castanho.

XV - Construção e colocação de vidraças ornamentais, com armação de ferro e chumbo, tanto nas rosáceas como nas frestas.

XVI - Construção de um passadiço, lajeado de granito, entre a fachada principal da Igreja e o campanário.


(1) Boletim 56 da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais - Junho 1949

Vouzela - Igreja Matriz - II

Se reparou bem na Igreja do postal anterior, então foi a correspondente a este desenho (*) publicado no Boletim nº 56 da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (do Ministério das Obras Públicas), publicado em Junho de 1949 (1).

(*) Quanto à dimensão, não quanto à localização da janela.



(1) ... De facto, quando se iniciaram os trabalhos da restauração, a velha Igreja de Vouzela ainda resistia, com o valor de uma fortaleza da Fé, à permanente e progressiva degradação das suas paredes. Certo, o aspecto exterior, embora prejudicado por tão adiantado estado de ruína, não denunciava, todavia, nem sequer deixava suspeitar, a gravidade do mal. Os telhados, semi-desfeitos, abrindo em toda a parte largos condutos à infiltração das águas pluviais, tinham sido, em verdade, os mais activos agentes dessa lenta e dissimulada obra de subversão. Além das paredes, profundamente corroídas, os madeiramentos do tecto da nave tinham perdido solidez, uniformidade, estabilidade; nos caixotões da capela-mor, desconjuntados e deformados pela acção da humidade, já nada ou quase nada restava do antigo lustre decorativo; e até a abóbada da capela dos Almeidas, tão digna de conservação pelo seu primor arquitectónico, foi encontrada em risco de iminente desabamento. Em todo o conjunto, mesmo nos lugares que poderiam crer-se menos acessíveis à erosão geral, se encontraram focos de ruína.
...
Certo, outros males, embora menos graves, se lhes devem ainda. Esses, que se podem supor talvez mais antigos, derivam de certas obras de aparência construtiva, mas que apenas serviram para deturpar ou amesquinhar no seu relevo arquitectural, o venerável templo. Assim, embora não alterassem verdadeiramente a planta original, destruíram deveras toda a harmonia de linhas e toda a nobreza do aspecto exterior, improvisando junto da fachada sul, e alinhando-os com o corpo saliente da capela ali erigida no século XV, dois novos edifícios sem nehuma graça ou sequer asseio construtivo: um para dotar a Igreja com uma daquelas sacristias-salões que os antigos párocos de aldeia sempre cobiçavam; outro para armazém de objectos ou alfaias inúteis, e ainda para instalação da escada de acesso ao coro então inaugurado no interior do templo.
...
O apeamento da escada que se instalara em um daqueles anexos, como já notámos, não determinou a necessidade de qualquer obra de substituição, visto que, impondo-se também o desaparecimento do coro que lhe dera origem (o grande e incaracterístico coro que no século XVIII se havia improvisado no interior da Igreja), a sua demolição não podia evitar-se.
...
Todo o pavimento da Igreja, com as suas sepulturas arcaicas, desaparecera também, recoberto pelos tubões de um desses grosseiros soalhos que invadiram uniformemente os templos paroquiais do nosso País nos meados do último século quando a famosa "lei dos cemitérios", do governo cabralista, pôs termo ao costume de se enterrarem no interior dos templos os cadáveres dos paroquianos. Banido, como cumpria, o que restava desse "melhoramento", que há cerca de cem anos foi talvez festejado com orgulho pelo pároco e pelos fiéis que o custearam, um novo pavimento de lajes de granito ficou revestindo do mesmo modo o sacro chão da nave e da capela-mor.
...



03 Fevereiro 2008

Vouzela - Igreja Matriz - I

1920's


Edição de Dias & Irmão - Vouzela


Volto a publicar o primeiro postal que publiquei neste blog, mas com o dobro da resolução. Sendo certo que ao olhar para este postal, cerca de 80% da nossa atenção se centra na ponte, 10% na igreja e 10% na envolvente (especialmente na envolvente que lá não está - bombeiros, Maristas, etc.).

Pois a ideia agora é concentrarmo-nos na igreja. Que tal? Tinha visto bem a igreja quando viu o postal a primeira vez? Ora veja outra vez...

Seguem-se alguns post sobre a Igreja Matriz. Agradeço o favor de me ajudarem na sua história, ou pelo menos sobre o que se sabe.

01 Fevereiro 2008

Vouzela - Ponte do Pombal

1960's

Colecção Passaporte (LOTY)


30 Janeiro 2008

Vouzela - Moinhos do Pombal

1920's

Edição da casa AUGUSTO ROCHA



Edição de Dias & Irmão - Vouzela


1970's

Edição ANTEIXEIRA


Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

25 Janeiro 2008

Vouzela - Ponte Romana

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

24 Janeiro 2008

Vouzela e Arredores

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela

22 Janeiro 2008

Vouzela - Cruzeiro

1960's

Colecção Passaporte "LOTY"

19 Janeiro 2008

Vouzela - Vista Geral

1920's


Edição de Dias & Irmão
Com carimbo sobreposto "Edição da casa "AUGUSTO ROCHA"
Made in France

16 Janeiro 2008

Vouzela - Cruzeiro da Independência

1985

Edição : Câmara Municipal de Vouzela
Gráfica Ideal - Águeda
N.º 5 - Alameda D. Duarte de Almeida - Cruzeiro Independência



14 Janeiro 2008

Vouzela - Monte da Senhora do Castelo

Na década de 1920, altura em que foram tiradas as duas fotos abaixo, o Monte do Castelo estava bastante despido de árvores. Desde então que foi dada liberdade aos pinheiros e mais tarde aos eucaliptos para ocuparem as encostas. Décadas de crescimento fizeram deste monte vulcânico o pulmão de Vouzela, local sempre verdejante e aprazível para nosso deleite e de todos os que nos visitam.

1920's


Edição da casa MONTANHA "CASTELA"


Edição de Dias & Irmão
Com carimbo sobreposto "Edição da casa AUGUSTO ROCHA"
Made in France



Na década de 1960 já o monte se apresentava coberto de árvores. Desde então cada tronco, ano após ano, foi engrossando com mais um anel, mais um pequeno milímetro, apresentando-se hoje como árvores cujo porte nos impele à admiração que só a idade transmite.


1940's

JCAL


Eis que de repente...

Cuidado senhores, cuidado...
Haja alguém que nos explique o que se passa.

12 Janeiro 2008

Vouzella - Marcofilia

1853 - 1878
Primeira e segunda reformas postais


O tipo de carimbos criados para inutilizar os selos postais consistia num carimbo de metal com a forma circular ou oval de barras estreitas, mais largas ou de pontos, sendo no seu interior colocado o número correspondente à estação postal expedidora - 209 estações na primeira reforma e 220 na segunda reforma.

A Vouzella foi atribuído o número 135.

Nota: não tenho nenhum exemplar na minha colecção. Ando à procura...




1879 - 1912
Terceira reforma postal

Com a criação da terceira reforma postal foram introduzidas centenas de estações postais, de modo que se tornou inviável criar números para cada uma delas. Assim foi autorizada a criação de um carimbo por cada estação postal. Não tendo havido qualquer imposição de design por parte da adimistração central, estes carimbos dependiam unicamente da "arte" do seu criador.

Em Vouzella foram utilizados dois carimbos diferentes. Seria interessante (e um óptimo desafio) descobrir quem os desenhou e concebeu.




10 Janeiro 2008

Vouzela - Vistas

No tempo em que pintavam os postais para simular as cores. Bastavam para isso duas tonalidades de verde, duas de castanho e uma de azul.


1950's


"Curva do Pombal - Ao fundo a Serra da Gralheira"

Portugal Turístico - Edições Santos - Vistas
Fabricado em Itália
Postal n.º 10


"Vista da Estrada de Vilharigues"

Portugal Turístico - Edições Santos - Vistas
Fabricado em Itália
Postal n.º 9


"Curva do Pombal e Serra da Gralheira"

Portugal Turístico - Edições Santos - Vistas
Fabricado em Itália
Postal n.º 7


Nota: Admitindo que esta série tem 10 postais, procuro os números 1, 2, 3, 6 e 8. Tenho um com o n.º 2 mas a preto e branco pelo que não sei se pertence à mesma série ou se há duas séries diferentes.

07 Janeiro 2008

Vouzela - Rio Vouga

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


1960's

Colecção Passaporte (LOTY)


Colecção Passaporte (LOTY)


1985

Edição: Câmara Municipal de Vouzela
Gráfica Ideal - Águeda
N.º 4 - Ponte sobre o Rio Vouga - Foz


03 Janeiro 2008

Vouzela - Rododendros - Mimosas

Publico estes postais desde já, para que possam marcar nas vossas agendas uma visita a Vouzela. A primavera está a chegar, e Vouzela, que não é só a vila ... fica um espectáculo. Era assim há 50 anos, há 30, há 10, hoje.

Amanhã?


1960's


Rododendros silvestres nas margens do Alfusqueiro (Cambarinho)

Edição de DIAS & IRMÃO - VOUZELA
LITO OF. ARTISTAS REUNIDOS - PORTO
Postal n.º 6




Mimosas floridas no Perímetro Florestal do Monte do Castelo

Edição de DIAS & IRMÃO - VOUZELA
LITO OF. ARTISTAS REUNIDOS - PORTO
Postal n.º 7

01 Janeiro 2008

O nosso dinheirinho...

Para começar bem o ano, divulgo aqui as cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Vouzela em 1921. Pode ser que nos traga sorte...



Durante a grave crise económica que afectou Portugal no final da I Grande Guerra e, essencialmente, nos anos imediatos ao pós-guerra, muitos cidadãos resolveram amealhar as moedas que se encontravam em circulação, visto que o valor do seu metal era superior ao próprio valor facial das moedas.

Verificou-se, assim, uma falta significativa de moedas de valor facial mais baixo, pelo que, principalmente entre 1919 e 1922, várias instituições emitiram cédulas que vieram suprir essa escassez de trocos. Câmaras Municipais, Associações Comerciais e Industriais, Misericórdias, Mercearias, Papelarias, centenas de instituições, emitiram essas cédulas, cujo valor variava, na sua maioria, entre um e vinte centavos.

A Câmara Municipal de Vouzela emitiu três cédulas, aqui reproduzidas, de 1, 2 e 4 centavos.

29 Dezembro 2007

Vouzela - Avenida João de Melo

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


Dezembro 2007

Foto: © Carlos Pereira


1920's

Edição da casa AUGUSTO ROCHA


Dezembro 2007

Foto: © Carlos Pereira

27 Dezembro 2007

Vouzela - Será mesmo esta fonte?

1910's

Praça da República




Dezembro 2007

Largo do Convento



Foto: © Carlos Pereira


A transferência terá sido efectuada na década de 1910, visto haver postais de 1920 onde a fonte já não se encontra na Praça da República.

23 Dezembro 2007

Vouzela - Praça da República (Parte 2) e Rua Mouzinho de Albuquerque

1985

Edição: Câmara Municipal de Vouzela
Gráfica Ideal - Águeda
N.º 7 - Praça da República - Pelourinho da Fôrca


1970's

Edição ANTEIXEIRA
Praça da República
Pelourinho


1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela



1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Casa da Montanha - Castela


Curiosamente, esta sequência de postais mostra-nos, no tempo, a substituição do tipo de janelas da "Casa dos Canhões" (como carinhosamente lhe chamava um dos Irmãos Maristas quando marcávamos encontro naquele local).

Podemos também comparar as (pelo menos) três configurações que a junção R. Teles Loureiro / Praça da República teve no século passado. A configuração actual, que aumentou o tamanho da praça, foi provavelmente decidida aquando da transferência para este local do Pelourinho da Forca.

22 Dezembro 2007

Vouzela - Praça da República (Parte I) e Igreja da Misericórdia

Na sequência deste excelente post do "Pastel de Vouzela", repito algumas imagens de postais e acrescento outras.


1970's


Colecção Passaporte (LOTY) n.º 552
TEL. 52850 - LISBOA



LIFER-Porto n.º 518
Postales ESCUDO DE ORO
Ediciones "Fisa" - Piqué, 4 - Barcelona
Impreso en España


1960's

Colecção Passaporte "LOTY"


1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela



Antes de existirem os separadores arborizados na praça existiu uma fonte para consumo público. Podemos ver uma senhora enchendo o seu cântaro metálico. A época é do tempo em que ainda se andava com carroças de cavalos. A impressão desta série de postais é normalmente catalogada como sendo dos inícios da década de 1910, embora haja quem defenda que muitas das fotos são anteriores, sendo portanto difíceis de datar correctamente.


1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
"Edição da Ourivesaria Souto"
(Postal circulado em 16 JUN 1918 com carimbo de Espinho, enviado para o Porto)


UNION POSTALE UNIVERSELLE
"Edição da Casa da Montanha - Castela"

20 Dezembro 2007

Vouzela - Vista Geral e Monte do Castelo

1940's

JCAL

17 Dezembro 2007

Vouzella - Castelo de Vilharigues

1900's


Edição da Comissão de Iniciativa das Termas de S. Pedro do Sul


14 Dezembro 2007

VOUZELA - Fabrica de Massas Alimenticias "Rio Zéla"

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


Alguém sabe dizer alguma coisa sobre esta fábrica?
Uma foto deste local era bem-vinda...

13 Dezembro 2007

Vouzela - Vistas

Este postal foi "Made in Italy" por isso até perdoamos aos "i nostri fratelli" que nem saibam escrever VOUZELA. Mas a culpa não é deles... (NABOS!)


1970's

Colecção "Portugal Turístico" n.º 458 (CECAMI)


1. Igreja da Misericórdia
2. Ponte Romana
3. Vista parcial (Ponte do caminho de ferro)


11 Dezembro 2007

Vouzela - Rio Zela - Lavadeiras


RIO ZELA


A água foge a correr fazendo espuma,
Galga pedras e faz mais fresca aragem;
Faz lembrar dum branco cisne uma pluma,
E torna mais fértil e fecunda a margem.

Saltando montes, cristalina e pura,
Naquela rota que a conduz ao mar,
Deixa os campos ricos de verdura,
Que fazem a delícia do nosso olhar.

E a lavadeira apressada,
Com o andar muito leve,
Põe a roupa bem lavada.

Mas como ninfa do Zela,
Traz a manga arregaçada,
Típica desta Vouzela.


© Lucinda Carvalho
in "Vouzela e os seus encantos"
Abril 2000



1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Casa da Montanha - Castela


1920's

(sem referência ao editor)

10 Dezembro 2007

Vouzela - Vista Parcial (Lado Poente)

1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Casa da Montanha - Castela



Para quem não sabe onde é que os alunos do 9º ano (de tempos idos...) tinham hortofloricultura...
Para quem não sabe onde fica o Centro de Saúde de Vouzela...

08 Dezembro 2007

Vouzela - Fonte da Nogueira

"Este fontanário foi mandado construir por D. Luís, Filho de D. Manuel I. É portanto, uma construção do séc. XVI, embora esteja um pouco desvirtuada devido às obras que nela ocorreram.
A denunciar o passado encontra-se um brasão com as armas reais.
Diz a tradição que esta fonte é um verdadeiro Cupido, uma vez que quem beber da sua água se apaixonará por alguém da terra e aqui casará".
(Texto: Posto de Turismo)




1970's

Banco Pinto & Sotto Mayor
Agência em Vouzela - Rua 25 de Abril, 9-11 - Telef. 77226




Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira


07 Dezembro 2007

Vouzela - Espigueiro e a amendoeira em flor

1960's

Colecção Passaporte "LOTY"


Alguém sabe dizer onde fica exactamente este local? Era interessante verificar o estado actual em que se encontra. Sendo uma zona mais rural, provavelmente estará na mesma, ou então com umas silvas a decorar...

05 Dezembro 2007

Vouzela - Mira-Vouga

Palace Pensão Mira Vouga

1940's

Costa - Carregal - Porto



Com quase o triplo do comprimento e com mais um piso...

Hotel Mira-Vouga


1950's

Ainda com os toldos na varanda da sala principal do 1º andar.

Portugal Turístico - Edições Santos - Vistas
Fabricado em Itália
Postal n.º 2


1960's

Colecção A. Passaporte "LOTY"
Rua Luciano Cordeiro, 88, r/c. - Lisboa


1970's

Edição de DIAS & IRMÃO - VOUZELA



Etiquetas de bagagem usadas nos anos 50, 60 e 70.




Instituto Missionário Marista

Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

04 Dezembro 2007

Vouzela - Aspecto do Rio Zela

1960's

Colecção Passaporte (LOTY)


Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

01 Dezembro 2007

Vouzela - Vista do lado Sul

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela

Vouzela - Hospital e Azilo da Misericordia

1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

Vouzela - Rua da Ponte


1960's


Colecção Passaporte "LOTY"


Agosto 2007

Foto: © Carlos Pereira

Vouzela - Carvalha da Feira

1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Casa da Montanha - Castela


Vouzela - Mercado Publico (Feira do Gado)

1910's

UNION POSTALE UNIVERSELLE
Edição da Ourivesaria Souto


Agosto 2007

Foto: @ Carlos Pereira

30 Novembro 2007

Vouzela - Rua e Capela de S. Gil

1960's

Colecção Passaporte (LOTY)



Agosto 2007

Foto © Carlos Pereira



28 Novembro 2007

Vouzela - Um aspecto da Ponte do Caminho de Ferro

1920's

Edição de Dias & Irmão - Vouzela


Agosto de 2007

Foto: © Carlos Pereira

27 Novembro 2007

Vouzela em postais

Neste espaço darei a conhecer periodicamente postais antigos (ou outros documentos) relativos à vila de Vouzela. Sempre que possível serão comparados com a actualidade. Os comentários serão sempre bem-vindos.